Fitotoxicidade do solo contaminado por petróleo e biorremediado em Allophylus edulis

Lucas Nogueira, Renata Charvet Inckot, Gedir de Oliveira Santos, Luiz Antonio de Souza, Cleusa Bona

Resumo


O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito do solo contaminado por petróleo e biorremediado na germinação, crescimento e estrutura anatômica de Allophylus edulis. Foram testados: solo contaminado por petróleo, solo biorremediado e solo não contaminado. Foram avaliados: porcentagem e índice de velocidade de germinação (GSI), biomassa e comprimento radicular e aéreo, biomassa total, diâmetro radicular e do hipocótilo, espessura dos cotilédones e eofilos, área foliar, índice estomático dos eofilos e a estrutura anatômica da plântula. A porcentagem de germinação, GSI, biomassa aérea e área foliar não diferiram entre os tratamentos após 30 dias. A biomassa radicular e o comprimento aéreo foram menores no tratamento sem contaminação. Após 60 dias, a biomassa radicular e a área foliar foram diferentes entre os tratamentos. A espessura do cotilédone, em solo biorremediado, foi maior que nos demais tratamentos. A estrutura radicular e do eofilo apresentou poucas alterações em solo contaminado. Conclui-se que A. edulis não foi afetada pelo solo contaminado e biorremediado, apresentando potencial para fitorremediação.

Palavras-chave


hidrocarbonetos, plântula, germinação, biomassa, anatomia

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